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terça-feira, 21 de junho de 2011

Our man in Macau

















Hugo Pinto, Prémio Macau – Reportagem 2010 atribuído pela Fundação Oriente, com o trabalho «Breve Monografia de Macau – a versão chinesa da História de Macau em português», sobre textos do século XVIII aos quais o jornalista, de acordo com o júri, imprimiu uma actualidade surpreendente.
Autor dos podcasts «Miss Tapes» e «Deep Mode», membro da «Irmandade do Éter» e autor do programa de Rádio «Próximo Oriente».

















Lembro-me de andar no liceu, muito pequenininho, com os vinis que eles me emprestavam debaixo do braço”, conta. “Eram quase maiores do que eu.” Wire, Cocteau Twins, Dead Can Dance. “Também gostava de rock. Pixies, Sonic Youth, depois comecei a ir para além da muralha das guitarras e apreciar bandas como os Joy Division e Bauhaus. Foi um percurso assimétrico.

“Nunca ganhei nada, nem o Totoloto”
Por Filipa Queiroz (13 de Maio 2011)
Hugo Pinto / Jornalista da Rádio Macau e jornal Hoje Macau.
Ler entrevista completa aqui

1 comentário:

HP disse...

Um grande abraço, Francisco.
Só um pormenor: não sou jornalista do jornal Hoje Macau, apenas colaborador.